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“NEZIAK” e o vento das mudanças…

“Neziak” parece um nome estrangeiro, polonês sei lá, mas não é.

“Neziak” é o ponto de ruína aonde nosso Brasil chegou.

A sabedoria milenar diz que o princípio para uma pessoa ficar “rica” é simples: basta gastar menos do que ganha e investir o que sobrou.

Portanto, quem não consegue ficar “rico” ou permanece “pobre” pode ser definido, dentro dessa lógica, como aquele que gasta mais do que ganha.

Será que gastar mais do que se ganha (representado pelos “meios”) pode ser justificado pelos “fins” (ou resultados a alcançar como, por exemplo, enriquecer ilicitamente, comprar votos, emudecer rivais, beneficiar parceiros, perpetuar-se no poder, fazer conchavos e pactos pela impunidade)?

Como pode um país, uma empresa ou uma pessoa sobreviver gastando mais do que ganha?

Ora, se isso ocorre com uma empresa e partindo do princípio que não é possível elevar os preços de seus produtos ou serviços e, ainda, aumentar o faturamento, ela é obrigada a vender seus ativos, restringir sua operação e enxugar suas despesas (reduzindo, principalmente, seu quadro de funcionários) para poder se perenizar. Isso tudo para não agravar mais ainda a situação, aumentando seu passivo por meio de novas dívidas. E, assim, os momentos que a empresa atravessará serão de grandes dificuldades.

Com as pessoas acontece o mesmo: ou elas abaixam seu nível social reduzindo suas despesas, ou gastam seu dinheiro de maneira mais inteligente e racional ou aumentam a receita (trabalhando mais horas, desenvolvendo atividades paralelas com remuneração adicional, etc.). As pessoas, ainda assim, vivenciarão também momentos de grande amargura e ansiedade.

E com relação ao governo que gastou mais do que deveria, não importa se por incompetência ou irresponsabilidade, para alcançar seu(s) objetivo(s)?

Seria diferente de como as empresas e pessoas devem agir?

Continua…

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A regra vale para o Governo também.

Como praticar “pedalada” é crime, o Governo também terá que reduzir suas despesas (fazer o “ajuste fiscal”) e/ou ampliar sua receita (aumentando ou inventado mais impostos).

Não tem saída, não tem apelação, é a lei da economia!

E quem já está “pagando a conta” hoje no nosso país, não é surpresa para mais ninguém. Sempre os mesmos!

O princípio japonês “KAIZEN” de melhoria contínua da qualidade considera “hoje melhor do que ontem, pior do que amanhã”.

Por isso que NEZIAK (o contrário de KAIZEN) é o ponto de ruína aonde o Brasil chegou: “hoje pior do que ontem, melhor do que amanhã”.

Reflita: se até em time que está vencendo tem que “mexer”, imagina um time que esteja somente perdendo, perdendo, ….

Portanto, nem é necessário ser uma celebridade em gestão para saber que já passou (e há muito tempo) da hora das mudanças: ou de processo ou de estrutura ou de estratégia ou de modelo de gestão ou de pessoas ou, então, de tudo isso.

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