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Inovação e empreendedorismo

Nenhuma empresa é capaz de crescer somente por meio da redução de custos e reengenharia.

A inovação é fundamental para o crescimento num ambiente competitivo.

Criatividade é gerar ideias. A arte de criar está no pensamento.

• Inovação é diferente: transformar ideias em dinheiro novo. A arte de inovar está na implementação do pensamento criativo

Qualquer pessoa é capaz de ser criativa e inovadora, desde que exercite a mente para questionar o mundo que a rodeia e acima de tudo, desde que se questione a si própria.

Não se inventam coisas novas.

O que fazemos é pegar no que já existe e transformarmos em algo diferente.

Como dizia Lavoisier “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”

Isto quer dizer que qualquer ato de criar e inovar estará intrinsecamente interligado com a criança que vive dentro de cada um de nós, o dom inato de criadores que já nasce conosco e que muitos esquecem que têm.

De onde pode vir, então, o protagonismo da inovação?

Qualquer um na organização pode ativar a inovação. A criação da inovação pode vir de “cima para baixo” (Jack Welch/GE) ou de “baixo para cima” (post it na 3M), mas um não exclui o outro.

É realista pensar que somente os dirigentes iniciarão inovação nas organizações? Quantas vezes um monarca já liderou uma rebelião?

Os que fizeram a revolução não vieram de cima! (Mandela, Gandhi, Lech Waleska etc.).

É ou não é uma grande oportunidade para todos?

Por que a Blockbuster não inventou a Netflix? Por que os taxistas não inventaram o Uber? Por que a CVC não inventou o Airbnb?

Assim como todos os setores ou segmentos da sociedade, a construção civil também está passando por uma disrupção.

Afinal de contas, a construção civil é uma indústria e, portanto, sujeita às transformações que estamos vivenciando nesse mundo louco (impressoras 3D de pontes de aço e de casas, robôs e drones).

E tendo em vista que os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis, os compradores das empresas de construção civil terão que estar alinhados com sistemas de automação tecnológico/digital e com os novos materiais que estão sendo desenvolvidos (futuro) e não somente com domínio da aquisição de areia, brita, cimento, bloco de concreto e aço (que daqui a pouco será substituído pelo grafeno).

A inovação sempre resolve uma contradição: “quero uma coisa, mas não quero essa coisa” …

Exemplos:

• “Não podemos ter artistas famosos, animais de nenhum tipo, nem palhaços grotescos etc. Teremos que oferecer valor, mas com custo baixo. Ou seja, arte de alto nível sem artistas de alto nível. A solução será trocar por elementos estéticos (temas, música, dança) e poltronas confortáveis” … nascia o “CIRQUE DU SOLEIL”.

• “Quero ser avião, mas não quero ser avião, quero ser ônibus. Quero passageiros dispostos a trocar uma passagem de ônibus por um ticket de avião, ou seja, um mercado de não consumidores” … nascia a “AZUL”. • “Quero financiar produtos da classe “A” para pobre, dando crédito a quem não pode pagar, mas quero que pague” … nascia a empresa “CASAS BAHIA”.

Inovar, portanto, é eliminar contradições.

Descubra uma lacuna de demanda que esteja provocando uma contradição ou uma “dor”.

Através da eliminação dessas contradições, dessas “dores” ou das lacunas existentes é que é possível inovar.

Seja com relação à nossa empresa ou com relação a nós mesmos, quem não quiser se tornar irrelevante deverá ser orientado para a inovação e a inovação, como disse o economista austro-americano Joseph Schumpeter, é uma “destruição criativa”.

A premissa de que a inovação exige das pessoas (que estão dispostas a criar um futuro diferente) a tarefa de dar forma a um sonho e estabelecer as metas para realizá-lo parece óbvia, a ponto de nem precisar ser mencionada. Outras ações também podem ser indicadas.

  • Você pode estar alienado se achar que está imune às mudanças

As experiências têm demonstrado que, mais cedo ou mais tarde, queiramos ou não, as mudanças acabam nos alcançando. E as turbulências causadas pelo “novo” não têm tempo (e nem disposição) para ouvir ou prestar atenção às lamúrias e pomposidade retórica do discurso de quem insiste em ficar na contramão da história. Simplesmente passa por cima e atropela-nos!

  • Monitore continuamente as mudanças tecnológicas e digitais

Projete como essas mudanças vão afetar de alguma forma a sua vida e seja capaz de ”pivotar” para conseguir ser relevante num futuro radicalmente diferente.

  • Não se esqueça que melhor maneira de prever o futuro é criá-lo

Os empreendedores bem-sucedidos não esperam até que aconteça um “clic” que lhes dê a “ideia cintilante”. Eles têm uma atitude proativa de contínuo questionamento: Por que não? E, se…? Como seria se…? O que aconteceria se …?

  • Estabeleça o hábito de criar

Empreendedorismo não é nem ciência nem arte. É uma prática! Você nunca vai mudar sua vida antes de mudar alguma coisa que você faz diariamente. Uma placa com a frase “Inovar é preciso” na porta do seu armário ou escritório pode soar como redundante, mas lembra você diariamente que… inovar é preciso!

  • Não desanime diante das adversidades

A impossibilidade é uma condição momentânea, e quem sabe disso não desiste. E nenhuma outra atitude é tão instigadora de criatividade e intuição quanto o “não desistir”. O simples fato de permanecer no “jogo” abre opções que, fora dele, ao se “jogar a toalha”, obviamente não existem.

Sucesso para vocês! Forte abraço,

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