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O medo no início de carreira do dentista, como superar

O medo no início de carreira do dentista, como superar

No início de carreira custa-nos acreditar que poderemos ser bem-sucedidos.

De uma vida mais tranquila e protegida, seja como estudante universitário, seja como dependente e suportado pelos recursos dos pais, passamos para um novo status na nossa existência: donos do próprio nariz e responsáveis pela nossa própria subsistência. É uma mudança e tanto. É uma verdadeira ruptura. Só que, às vezes, não estamos preparados para ela.

As rupturas provocam o medo: o medo é a reação automática de todos nós com relação às ameaças à mais profunda de nossas propensões inatas, nossa vontade de viver.

E, por isso, somos assaltados por dúvidas e medos o tempo todo.

Será que terei condições de …

  • Ser bem-sucedido na minha profissão?
  • Conseguir ser tão respeitado e admirado como o fulano?
  • Ser capaz de ter uma receita capaz de sustentar minha família com dignidade?
  • Poder investir em um bom automóvel, uma residência confortável, e manter filhos estudando no exterior?
  • Usufruir de momentos agradáveis da vida como férias, viagens, …?

 

Entretanto, é pouco provável existir prosperidade sem a ocorrência de mudanças ou rupturas.

Portanto, as mudanças nos proporcionam um potencial de recompensas enorme.

Mas, as mudanças exigem, por outro lado, estarmos preparados para enfrentar a incerteza, o risco e a dor: infelizmente, é impossível conseguir uma coisa sem a outra.

Para virar borboleta, a larva precisa engordar, é obrigada a se aventurar por onde há passarinhos. Ela pode ser devorada…

Para superar seus medos, as pessoas tentam buscar a segurança…

Mas, as pessoas que buscam a segurança perseguem-na por toda a vida e nunca a encontram porque ela é sempre ilusória. A busca da segurança e da certeza é, na verdade, um apego ao conhecido. E o que é o conhecido senão apenas o nosso passado?

Na vida, para qualquer espécie de ganho – em dinheiro, estatura pessoal, reconhecimento, status, o que quer que se defina como ganho –, você tem que arriscar seu capital material e/ou emocional.

Tem que comprometer dinheiro, tempo, amor, alguma coisa.

Esta é a lei do universo. Não há como escapar. Nenhuma criatura na terra está isenta de obedecer a esta lei impiedosa.

Não tem apelação! É a lei.

Estamos vivenciando uma verdadeira disrupção no mundo e na odontologia não é diferente: inteligência artificial, robôs, impressoras digitais 3D (atenção protéticos), processos tecnológicos, internet das coisas, big data, etc.

Mesmo sabendo que nenhuma criatura humana é capaz de escolher sem medo, você não pode ficar fora dessa tendência: tem que ser protagonista de sua própria ruptura, correr riscos, seguir certos caminhos e abandonar outros.

Reflita sobre o que você, enquanto um profissional de saúde, pode proporcionar aos seus clientes em termos de acolhimento, escuta respeitosa, cuidados e atenção especiais, carinho e zelo, valorização estética (inclusive facial), conforto e apoio psicológico (sim, principalmente apoio psicológico).

Você pode até pensar: “Eu sou dentista, não sou psicólogo! ” Naaaão?

Então pense: 100% dos empregados são pessoas (sua secretária, por exemplo). 100% dos clientes são pessoas. Se você não entende de pessoas, você não entende de negócios. Simples assim…

No passado, toda a tarefa da odontologia se limitava a solucionar um problema relativo ao dente (obturações, restaurações, dentaduras artificiais,…).

Hoje (e cada vez mais) a odontologia terá que estar focada no cuidado e zelo com a essência humana dos clientes. As soluções dos problemas relativos aos dentes serão apenas detalhes operacionais…

Pense nisso…

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