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7 motivos porque o comprador têm apenas um papel coadjuvante

As unidades de compras nas empresas (chame-as como quiser: “Suprimentos”, “Procurement”, “Purchasing Depto, “SCM”) têm uma importância vital na perenidade das organizações.

Então, por que os gestores de compras geralmente têm apenas um papel coadjuvante e secundário no direcionamento estratégico na maioria das empresas?

  1. Número de compradores

Uma das razões que tenho observado é que, em função do reduzido número de compradores (comparado ao maior número de funcionários das demais “unidades de negócio” da empresa), os executivos e gestores de compras ficam subordinados às diretorias cujo objetivo primordial não é a atividade de suprimentos.

  1. Orçamento base Zero

Além disso, ainda que as atividades de compras sejam realizadas com competência utilizando-se de ferramentas importantes (OBZ- Orçamento base Zero, por exemplo) e estruturadas num Plano de Compras, muitas vezes os próprios usuários internos desrespeitam os “scripts” alegando inúmeras razões para justificar a decisão tomada, prejudicando a empresa.

  1. Resignação

Sem poder influenciar o direcionamento estratégico da empresa e ainda ter que suportar o descumprimento do Plano de Compras, os compradores adotam uma posição de resignação, aceitando uma situação que deveriam rejeitar.

Livro: O comprador

O comprador 

  1. Hábito do comprador

Mas, o perigo não vem de “fora”. Vem de “dentro” (da unidade de compras) por causa do hábito do comprador de achar que nada consegue fazer para alterar essa rotina e esse fatalismo costuma paralisar sua vontade de agir.

  1. Posicionamento

Mas é possível reverter esse quadro e se posicionar como protagonista de um novo posicionamento das unidades de compras na empresa.

O que quero dizer é que para isso, o “comprador” (seja executivo ou gestor) deverá mostrar relevância para ser percebido e respeitado pelas diversas unidades da empresa como alguém que pode contribuir não somente para os resultados imediatos como também para a formulação da estratégia corporativa, independentemente de sua posição hierárquica.

  1. Novas ideias

Lembre-se que novas riquezas são geradas por novas ideias. E as novas ideias costumam vir de novas vozes. As organizações têm que prestar mais atenção a essas novas vozes dos compradores!

  1. Divulgue seu trabalho

Mas nada acontecerá se o comprador insistir em desenvolver projetos e teorias fantásticas dentro da “garagem da sua mesa de trabalho” e ficar se deleitando com a autoadmiração de seus resultados.

As outras pessoas (o mundo) também precisam ter conhecimento disso.

Portanto, para o comprador ser percebido e respeitado como um profissional de referência, é fundamental que divulgue seu trabalho e suas conquistas para todos, principalmente para seus clientes “internos” e colegas de trabalho.

Pense nisso!

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